O índice de desemprego no Brasil caiu 11% no primeiro trimestre de 2014, se compararmos o mesmo período do ano passado, foi o que mostrou a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (PNAD), vinculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são positivos e refletem diretamente no mercado de seguros. Nessa toada, a médio e longo prazo, quem pode sair ganhando é o segmento de pessoas, que inclui as carteiras de vida e previdência privada.

Para muitos profissionais é preciso que haja um trabalho de concientização por parte do corretor de seguros. Para o presidente do Sincor-ES, José Rômulo, esse crescimento depende muito das parcerias que são feitas.

“Precisaríamos na realidade que as seguradoras, em parceira com os sindicatos, fizessem campanhas e palestras para despertar o interesse para o Seguro de pessoas. Penso que todo o profissional deveria se interessar por esse segmento, porque fideliza o cliente”, diz.

Com o baixo índice de desemprego, outros ramos podem e devem crescer, algo que depende diretamente do trabalho feito pelo corretor junto ao clinte. Novamente, fidelizar torna-se fundamental, afinal, a vida do indivíduo vem sempre em primeiro lugar.

“ É fácil verificar que Seguro de carro todo mundo faz, porém se oferecer outro tipo de seguro, pensará que é caro e não faz. O cliente se preocupa em segurar o carro e esquece da vida dele, do patrimônio”, finaliza Rômulo, em declaração ao portal Segs.