• É preciso fidelizar o cliente

    Em um mercado cada vez mais competitivo, o diferencial está nos mínimos detalhes. Cada empresa tem sua peculiaridade e uma forma de trabalhar que a difere das concorrentes, por isso fidelizar um cliente hoje é algo fundamental, tanto para os prestadores de serviço, que visam crescer e gerar negócioss, como para o parceiro, que deposita confiança na realização dos projetos. Pensando nisso, o Portal Segs publicou recentemente os “Seis passos para fidelizar o seu cliente”.
     
    São eles:
     
    1. Conheça seu cliente: me parece evidente que para estabelecer empatia com seu cliente, é fundamental conhecê-lo. Pergunte, observe, analise seu comportamento. Crie um banco de dados com informações relevantes dos clientes voltadas ao seu negócio.
     
    2. Crie vínculo: uma vez conhecendo-os, essa etapa passa a ser uma consequência pois você conseguirá por meio das informações obtidas atrair o interesse de seus clientes e desta forma criar este vínculo.
     
     
    3. Encantamento é chave: aqui é onde o foco do cliente será utilizado, pois uma vez sabendo suas necessidades e criando o vínculo, você irá desenvolver ações dirigidas a satisfazê-los. E de fato é o grande objetivo na busca da fidelização. Atingindo a satisfação constante dos clientes é que se encanta e como consequência, se fideliza.
     
     
    4. Estabeleça um canal de comunicação: seja criativo, sendo também fiel ao seu negócio. Isso significa usar canais e formatos de comunicação que sejam consistentes com o tipo do seu negócio, os produtos ou serviços que você vende, a sua marca, entre outros.
     
     
    5. Monitore a efetividade das ações: você pode utilizar o mesmo sistema ou banco de dados onde armazena as informações dos clientes para também obter dados de monitoramento. Crie pesquisas frequentes, ofereça benefícios para que os clientes participem, e desta forma você conseguirá entender os efeitos das ações que têm praticado e ajustar ou corrigir possíveis desvios. É muito importante medir, pois o que não é medido não se pode melhorar.
     
     
    6. Busque ferramentas inovadoras: no mundo atual é fundamental estar “conectado”. Portanto, fique atento de que forma seus clientes estão conectados e faça disso um diferencial para seu negócio. Redes sociais, sites, eventos e outros, podem ser uma excelente forma de manter sues clientes fidelizados.
     
    Confira a matéria na íntegra aqui: 
     

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  • É hora de escolher!

    O que levar em conta no momento de escolher um seguro de vida? O primeiro passo deve ser  optar por uma empresa confiável, através de uma avaliação criteriosa que privilegie seus interesses e melhor responda suas expectativas.  Abaixo listamos três dicas fundamentais para auxilá-lo no momento de fechar um contrato.
     
    Confira:
    1. o mix de produtos. Confira os produtos oferecidos. O pacote deve caber nas suas necessidades e não o contrário. 
     
    2. a reputação da empresa. Esta é uma questão importante. A companhia adere a códigos de conduta e princípios aceitos? Fornecem bom atendimento ao cliente? É fácil fazer uma reclamação, caso necessário?
     
    3. o preço e a condição de pagamento do produto são acessíveis?. Definitivamente deve caber seu orçamento e obedecer a situação do seu fluxo de caixa. Importante: nunca escolha o pacote mais barato em detrimento a outros fatores.

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  • Vida em grupo e acidentes pessoais

    O Portal Segs publicou no último dia 10 um texto abordando as peculiaridades dos seguros de vida em grupo e acidentes pessoais. Aqui, nós reproduzimos a nota na íntegra. Confiram:
     
    Seguro de vida em grupo é de longe o mais comercializado entre as modalidades de seguros de vida existentes no Brasil. Ainda que sendo um seguro de morte, na medida em que a indenização é devida em caso de morte do segurado, com extensão para invalidez permanente por acidente e invalidez por doença, ele é de longe o mais procurado.
     
    A razão para isso é que, justamente em função de ser um seguro sem sofisticação, ele custa barato. Daí um grande número de empresas oferecê-lo para os funcionários registrados. Mas se o seguro de vida em grupo não tem nenhum plano de capitalização acoplado a ele, encerrando a avença com o pagamento da indenização, ele é um seguro abrangente, com praticamente todas as causas de mortes contempladas em sua cobertura básica. Há algumas exceções como, por exemplo, a ingestão de bebida alcoólica, mas são poucas. Até o suicídio, que na maioria dos países desenvolvidos é excluído das coberturas do seguro de vida, no Brasil é coberto. A regra do Código Civil de 2004 determina uma carência de dois anos para que a cobertura passe a valer, mas a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tem entendido de outra forma, reduzindo este prazo.
     
    Nada que não ocorresse no passado. Na regra do Código Civil anterior. A morte por suicídio era abrangida pela cobertura do seguro de vida em grupo, sem a carência, inclusive por força de súmula do Supremo Tribunal Federal.
     
    O Código Civil de 2004 buscou a pacificação da matéria através da criação do interregno de dois anos entre a contratação da apólice e a morte do segurado para os beneficiários terem direito ao capital segurado. Claro que, com a regra convalidada pela jurisprudência, o seguro poderia custar mais barato, mas a interpretação do STJ modifica muito pouco o panorama global do produto, exceto no que diz respeito a uma eventual pequena elevação do prêmio em apólices específicas.
     
    Todavia, se a regra da cobertura para suicídio está pacificada no seguro de vida em grupo, ela não pode ser aplicada com base nos mesmos pressupostos ao seguro de acidentes pessoais. Os dois seguros não são semelhantes. Ainda que comercializados em conjunto, vida em grupo é uma coisa e acidentes pessoais outra completamente diferente. No seguro de vida em grupo o sinistro é a morte do segurado. Já no seguro de acidentes pessoais a indenização decorre da ocorrência de um acidente de causa externa, independente da vontade do segurado, que pode ou não causar a morte ou algum tipo de invalidez.
     
    Quer dizer, para que o seguro de vida pague a indenização é necessário que o segurado morra. A causa de indenizar é a morte. Já para o seguro de acidentes pessoais é necessário que o segurado sofra um acidente, que pode matá-lo ou não. Isto porque a causa de indenizar não é a morte, mas o acidente pessoal.
    Na medida em que a definição da cobertura do seguro de acidente pessoal exige que o acidente aconteça por causa externa, súbita e imprevista, independente da vontade do segurado, não há como incluir o suicídio entre suas coberturas. Nem mesmo a tese pátria do suicídio voluntário e do suicídio involuntário consegue manter a cobertura. Isto por uma razão simples: para a jurisprudência o ato de tirar a própria vida é precedido da perda da razão, que leva o indivíduo a se matar.
     
    Ora, a perda da razão é causa para a cobertura de vida em grupo, mas, sendo um fenômeno interno, não pode ser invocada para dar suporte à morte por acidente pessoal. O acidente é consequência da perda da razão. Assim, ele não é a causa geradora da morte. Exemplificando para descomplicar o quadro: se alguém se atira deliberadamente de uma janela, não há que se falar em cobertura de morte acidental porque, antes dele se atirar, havia perdido o controle de suas faculdades mentais. Já se alguém cai de uma janela, o acidente pessoal está caraterizado e a indenização é devida. Seja como for, é importante se ter claro que cabe à seguradora fazer a prova da intenção do segurado tirar a própria vida. E isso pode ser bastante complicado.
     
    Fonte: Segs.com.br
     

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  • IMPORTANTE: Horários de expediente em dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo

    Comunicamos que nos dias 17/06 e 23/06 encerraremos nosso expediente às 13h.
     
    Caso a Seleção Brasileira passe de fase, ainda poderemos ter jogos em dias úteis: no dia 4/7 (quartas de final) e nos dias 8 ou 9/7 (semifinal), sempre às 17:00h. Desta forma, o expediente eventualmente também se encerrará às 13h, nestas datas.
     
     
    Atenciosamente,
     
    David do Nascimento
    Diretor Geral
     
     
    A Univida na torcida pelo Brasil.
     

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  • Saiba quando vale a pena fazer um seguro de vida

    Muitas pessoas podem pensar errôneamente que a terceira idade é a fase ideal para fazer um seguro de vida. Pois é justamente o contrário. A recomendação é justamente para os jovens que ainda não acumularam o suficiente e que já começaram a constituir família.
     
    O Infomoney publicou recentemente um texto falando exatamente sobre esse tema. A nota traz comparativos importantes como: o que é mais viável, fazer um seguro de vida ou acidentes pessoais? E ainda. O seguro de vida é para sempre?
     
    Confira aqui a nota completa: 
     

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